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LIÇÃO 13 - A VERDADEIRA IDENTIDADE DO CRISTÃO

  

 LIÇÃO 13 - A VERDADEIRA IDENTIDADE DO CRISTÃO

Texto Áureo: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” (Mt 7.21)

Leitura Bíblica em Classe: Mateus 7.21-27


Introdução: Quem fala em nome do Senhor, tem que ser provado pelas doutrinas bíblicas. Este é um princípio exigido tanto para aqueles tempos em que Jesus promovia os seus ensinos sequenciais ao sermão do monte, como para os nossos tempos. Os pregadores e mestres devem ser provados pela palavra de Deus, para saber se são autênticos, ou não. As operações de milagres, as expulsões de demônios e outras maravilhas que fazem em nome do Senhor, precisa ser discernido se é da parte de Deus ou não. Alguém que está fora do contexto da palavra de Deus, está em condições de ser usado por Ele?, é certo que não, pois Deus não comactua com aquelss que vivem no erro e deturpam a palavra da verdade. O Diabo como diz a palavra, se transforma em anjo de luz, o que significa que ele usa homens com aparência de piedade para operar coisas sobrenaturais, onde ingênuos e até os escolhidos acabam acreditando que são verdadeiros homens de Deus, mas que na realidade, são lobos devoradores. Na parábola da casa na rocha e a casa na areia, Ele ilustra que a diferença não está na aparência e sim no fundamento. A casa na rocha envolve uma vida com um relacionamento verdadeiro com Cristo, apta a passar por todos os tipos de provações sem desmoronar, mas a casa sobre a areia que não foi alicerçada na rocha,  só é capaz de se manter firme enquanto não vem as provações, pois quando ela vem, não a sua sustentação superficial 

acaba se desmoronando. 

1. OS MILAGRES NÃO LEVAM ALGUÉM AO CÉU SE NÃO ESTIVER DEBAIXO DA GRAÇA.
Mateus 7.21 – Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Mateus 7.22 – Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? Mateus 7.23 – E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.

O cenário desta doutrina, já envolve a escatologia bíblica, pois está num tempo futuro que ainda não aconteceu. Isso se dará no final do reino milenar no grande trono branco, quando Cristo, como o supremo Juiz, estará realizando o julgamento do juízo final para a condenação de todos os pecadores que morreram fisicamente em todas as épocas. Entre esses também estarão crentes que perderam a salvação e foram riscados do livro da vida. Isso mostra que a salvação não é um ato, mas sim um processo que deve ser observado rigorosamente dentro dos preceitos divinos em toda nossa caminhada aqui neste mundo. A alusão a que Cristo faz o alerta, aponta principalmente para líderes de igreja, que em todo o tempo fizeram quase sempre a sua própria vontade e não a vontade de Deus. A primeira alegação foi de que profetizou em o nome de Jesus, e isso não significa que realmente era o Senhor que estava revelando, pois o Diabo também pode revelar coisas. A segunda alegação é que expulsou demônios em nome de Jesus, e isso não significa que era da parte do Senhor, pois o Diabo também pode ordenar que um demônio saia da pessoa. A terceira alegação é que fez muitas maravilhas em nome de Jesus, e isso não significa que foi o Senhor, pois o Diabo também pode fazer maravilhas. A bíblia diz que ele se transforma em anjo de luz, o que significa que ele usa homens em ações sobrenaturais, que se possível enganaria até os escolhidos. A palavra diz que os que usam de engano, não ficarão na minha casa e são esses que Jesus não os reconhecerá, porque o pecado que praticaram os colocou fora da presença de Deus e diante disso serão condenados. 

2. O CONSTRUTOR PRUDENTE É AQUELE QUE EDIFICA SEGUINDO O PROJETO DIVINO.

Mateus 7.24 – Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha. Mateus 7.25 – E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.
Dentro do projeto divino em relação a nossa edificação espiritual, primeiramente e principalmente está focada no alicerce que sustenta a nossa vida. Esse alicerce tipificado como  uma rocha, trata-se da pessoa do Senhor Jesus Cristo. Jesus mostra através desta ilustração sobre a casa na rocha e a casa na areia, o contraste entre crentes que ouvem e obedecem a palavra e, o que ouve mas não obedece a palavra. Jesus coloca de um lado o que ouve e pratica e do outro,o que não pratica apesar de ouvir. Os dois são membros de uma igreja local, onde ouvem a palavra, leem a bíblia, mas a diferença está nos alicerces da sua vida espiritual que não podem ser vistos, mas que serão revelados quando surgirem as tempestades inevitáveis. Para ser edificado sobre a Rocha que é Cristo, é essencial estar praticando a palavra, não somente como ouvintes esquecidícios. Temos que nos conscientizar que acima de tudo o que sabemos, está em praticar o que sabemos, porque aquele que pode fazer o bem e não faz, está cometendo pecado. A casa construída sobre a rocha, significa uma vida de obediência, com uma visão bíblica de si mesmo, visão das escrituras, fiel às escrituras, com a justiça divina interiorizada, e não exteriorizada, sem hipocrisia e totalmente autêntica. É se esvaziar da justiça própria, do orgulho, da soberba e tudo aquilo que vai contra a palavra de Deus. É o que entrou pela porta estreita e anda pelo caminho apertado, como também não participa de um evangelho formalista, cheio de cerimônias, rituais, visões, balcões de milagres, promessas de prosperidade fáceis, mas é firmado sobre a palavra de Deus.
3. O CONSTRUTOR INSENSATO IGNORA QUE TUDO QUE NÃO ESTÁ EM CRISTO É AREIA. 

Mateus 7.26 – E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia. Mateus 7.27 – E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.
A ilustração que Jesus fez, nos faz entender a situação de um crente sem bom senso que se deixa impressionar por um terreno aplainado, sem rochas, e que não precisasse de preparo, ou seja, pronto para receber a construção. Isso significa o evangelho fácil, que como a areia é traiçoeiro, pois não tem sustentação suficiente para se manter firme quando vem os ventos, as inundações que acabam destruindo tudo, assim como acaba destruindo a vida do crente insensato. Portanto aquele que edifica a sua casa sobre a areia não tem alicerce algum, pois ignora essa necessidade de ter uma vida firmada na rocha. Os hipócritas, os falsos profetas, os discípulos omissos, são exemplos de pessoas com alicerces falsos. É uma palavra direcionada para todos aqueles que ouvem, mas não praticam os ensinamentos de Jesus, sendo grande a sua ruína. As consequências disso é perder o rumo de uma vida que deve estar seguindo para o alvo, mas como ignora o alicerce firmado sobre a rocha, o destino é ser condenado no dia do juízo final. 

 

Comentário elaborado exclusivamente pelo texto bíblico da lição.

Pastor Adilson Guilhermel