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LIÇÃO 08 - A LEI E OS EVANGELHOS REVELAM JESUS

  LIÇÃO 08 - A LEI E OS EVANGELHOS REVELAM JESUS

Texto Áureo: Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Dt 6.4
Leitura Bíblica em Classe: Deuteronômio 6.4-9; Lucas 1.1-4

Introdução: A lei foi promulgada por Moisés no Monte Sinai. Tudo que foi promulgado por Moisés veio da parte de Deus que as ditou ao seu servo para conhecimento de todo o povo hebreu. Mas não somente o conhecimento da lei e sim a obediência total ao que foi promulgado. Antes da lei os pecados do povo não eram imputados, isto porque, é lógico por não haver qualquer lei que os condenassem, porém isso não os eximia dos castigos pela desobediência a Deus. Agora com a promulgação da lei, tanto as leis morais, leis cerimoniais e leis civis, passariam a ser a regra de conduta para os hebreus e a transgressão dessas regras, se caracterizariam como pecado imputado. A partir da promulgação o povo passou a estar debaixo de leis e a questão da salvação ou perdição foi condicionada à fidelidade e obediência a Deus. Assim a lei serviu de aio para conduzir o povo hebreu testando o seu comportamento com as coisas de Deus e muitos deles ao longo do tempo perderam a condição de salvo pela desobediência, tanto no deserto, como na terra de Canaã. Isso perdurou ao longo do tempo, até a cruz, quando finalizou a dispensação da lei e entrou a dispensação da graça. Com Cristo através do Evangelho que nos alcançou, a lei está escrita em nosso coração devendo entender que a partir do momento que nos convertemos e conhecemos a palavra, saímos da ignorância como gentios e agora como cristãos, os pecados cometidos serão imputados e se não houver arrependimento o infrator coloca em risco a sua salvação.  
1. DEUS NÃO DIVIDE A SUA GLÓRIA COM OUTREM E QUER DE NÓS O AMOR PLENO.
Deuteronômio 6.4  Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Deuteronômio 6.5  Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.
A essência desta palavra foi a comunicação da vontade de Deus aos israelitas apresentada por Moisés. Deus exigia obediência, o que era condicional para que as suas bênçãos os seguissem. Assim, eles deveriam se conduzir de acordo com a lei, a qual serviria de aio, na sua caminhada que apontava para a Cruz. A presença da Trindade divina foi constante, através do Deus Pai, do Deus Filho e do Deus Espírito Santo, cada um com um ministério diferente, mas na mesma unidade. O amor dedicado a Deus só seria aceito se fosse um amor pleno e corpo, alma e espírito e era condicional à obediência total à palavra. Essa obediência à palavra é a confirmação de que a pessoa ama a Deus, pois que não vive de acordo com a palavra, mente quando diz que ama a Deus.
2. O AMOR PLENO ENVOLVE O SANTO TEMOR E INCULCADO PARA NÃO ESQUECER.
Deuteronômio 6.6  E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; Deuteronômio 6.7  E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Deuteronômio 6.8  Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. Deuteronômio 6.9  E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.
O povo de Israel deveria ter toda reverência a Deus expressada em guardar todos os mandamentos, em todos os dias da sua vida, como também o dever de ensinar aos seus filhos a fazer o mesmo. O centro da nossa ligação com Deus está no coração e esta ligação envolve o amor, pois quem não desenvolve esse amor, não pode estar ligado com Deus, pois Ele é amor. A palavra de Deus não pode ficar estagnada, mas deve circular em nossas atividades, sendo ensinada aos filhos, dentro do lar e andando pelo caminho, isto é, deve estar sempre presente em nossa vida. Trechos da lei eram atados ou nos pulsos, ou na testa para que não se apartassem dos mandamentos. Nos umbrais das portas para quem entrasse ou saísse, de modo que ninguém pudesse entrar ou sair sem vê-los. Isso na realidade não bastaria, se não tivessem a lei escrita no coração, pois isso é que torna a palavra viva.
3. CRISTO E O EVANGELHO ONDE OS PECADORES ENCONTRAM ARREPENDIMENTO.
Lucas 1.1  TENDO, pois, muitos empreendido pôr em ordem a narração dos fatos que entre nós se cumpriram, Lucas 1.2  Segundo nos transmitiram os mesmos que os presenciaram desde o princípio, e foram ministros da palavra, Lucas 1.3  Pareceu-me também a mim conveniente descrevê-los a ti, ó excelente Teófilo, por sua ordem, havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio; Lucas 1.4  Para que conheças a certeza das coisas de que já estás informado.
O evangelho segundo Lucas escrito por ele, mas inspirado pelo Espírito Santo, revela que o Filho do Homem veio para salvar e buscar o perdido. Lucas foi um cristão gentio, também com indicação de que era médico. O seu evangelho foi escrito com minúcias, baseados no testemunho dos próprios apóstolos, que relataram a ele, os vários episódios de curas e milagres operados por Cristo, ele enfatiza não propriamente o milagre em si, mas o pós milagre que era o arrependimento. Enfoca um Cristo cheio de compaixão retratado como aquele que veio habitar entre os pecadores e falar sobre o amor verdadeiro, ajudá-los a compreender sobre o arrependimento, como também morrer por eles. O foco principal do evangelho escrito por Lucas é mais voltado para os povos gentios, o que caracteriza a ênfase universal de Cristo e de sua mensagem de salvação. Cristo foi a luz que resplandeceu nas trevas, onde a nação de Israel desde que Deus se calou de Malaquias até João Batista em um período de 400 anos, ficaram sem ouvir uma palavra profética, a qual veio através do Senhor. 

Comentário elaborado pelo texto bíblico da leitura bíblica em classe.
Pastor Adilson Guilhermel

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