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LIÇÃO 13 - A MISSÃO CONTINUA EM NÓS

LIÇÃO 13 - A MISSÃO CONTINUA EM NÓS

Texto Áureo: “Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações.” (Mc 13.10).

Leitura Bíblica em Classe: Mateus 28.18-20; Atos 1.8; Efésios 2.13-18.

 

INTRODUÇÃO: A MISSÃO NÃO TERMINOU

A obra iniciada por Cristo não terminou com Sua morte, ressurreição ou ascensão. Pelo contrário, depois de ressuscitado, Jesus entregou aos Seus discípulos a responsabilidade de levar o Evangelho a todas as nações.

A Igreja existe porque existe uma missão. Fomos alcançados pela graça para também sermos instrumentos da graça. >>>

Recebemos o Evangelho para anunciá-lo; fomos discipulados para discipular; fomos reconciliados com Deus para proclamar a reconciliação.

A missão continua em nós!

Jesus voltou para o Pai, mas deixou uma Igreja na terra. O Espírito Santo foi enviado, e os discípulos receberam poder para testemunhar. A mensagem atravessou Jerusalém, Judeia, Samaria e chegou aos confins da terra.

Hoje, essa responsabilidade permanece conosco.

Não somos espectadores da obra de Deus. Somos participantes dela.

1. CRISTO É O SENHOR DA MISSÃO

Mateus 28.18 — E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Mateus 28.19 — Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Mateus 28.20 — ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!

Antes de entregar a Grande Comissão, Jesus apresenta aos discípulos a base de toda a missão: Sua autoridade absoluta.

A missão não começa na capacidade humana dos discípulos. Começa na autoridade de Cristo.

“É-me dado todo o poder”

A expressão aponta para a autoridade universal concedida ao Cristo ressurreto.

Aquele que foi humilhado, rejeitado, crucificado e sepultado agora está ressuscitado e exaltado.

Cristo não envia a Igreja como alguém que pede autorização para entrar no mundo. Ele envia a Igreja como Senhor de toda a história.

Sua autoridade alcança: o céu; a terra; as nações; os povos; a história; a Igreja; e o destino final da humanidade.

Mateus 28.18 está em perfeita harmonia com Efésios 1.22: “E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja.”

Cristo é o cabeça da Igreja. Portanto, a missão pertence primeiramente a Ele.

A missão não depende da força da Igreja

A Igreja não anuncia o Evangelho porque possui recursos suficientes, influência política ou capacidade humana. Ela anuncia porque Cristo tem toda autoridade. Isso muda completamente nossa perspectiva.

Às vezes olhamos para as dificuldades e pensamos: “Como conseguiremos alcançar tanta gente?”

Jesus olha para nós e diz, em outras palavras: “Toda autoridade me foi dada.”

Nossa segurança não está em nossa força, mas na autoridade daquele que nos enviou.

Quando a Igreja evangeliza, ela não está simplesmente promovendo uma religião.

Ela está anunciando o Rei.

Quando pregamos Cristo em uma casa, em uma igreja, pela internet, através de uma mensagem, de um testemunho ou de uma palavra de esperança, estamos participando de uma missão que pertence ao próprio Senhor Jesus.

Não podemos permitir que nossas limitações pessoais nos façam esquecer a autoridade ilimitada de Cristo.

“Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.”

O “portanto” liga a missão à autoridade apresentada no versículo anterior.

Porque Cristo possui toda autoridade, a Igreja deve ir.

O centro da ordem não é simplesmente “ir para algum lugar”, mas fazer discípulos.

“Ide”

A Igreja não foi chamada para permanecer fechada em si mesma.

Existe uma dinâmica missionária no Evangelho.

Aquele que recebeu deve repartir.

Aquele que foi encontrado deve testemunhar.

Aquele que foi alcançado deve procurar alcançar outros. O Evangelho sempre nos tira da posição de espectadores.

“Ensinai todas as nações”

A missão possui alcance universal.

Cristo não disse para fazer discípulos somente entre pessoas semelhantes a nós.

A expressão “todas as nações” demonstra que o Evangelho ultrapassa fronteiras culturais, sociais, econômicas e geográficas.

O Evangelho não pertence a uma determinada cultura. O Evangelho é para todos.

O discipulado vai além da conversão

Evangelizar é fundamental, mas a missão não termina quando alguém levanta a mão, faz uma oração ou é batizado.

Jesus ordenou que Seus seguidores fossem ensinados a guardar tudo quanto Ele havia ordenado.

Portanto, a Igreja precisa produzir discípulos, e não apenas simpatizantes.

Há uma diferença entre: “aceitar uma mensagem” e “seguir uma Pessoa”.

O verdadeiro discipulado envolve transformação de vida, crescimento espiritual, obediência e perseverança.

Precisamos perguntar: Estamos apenas levando pessoas à igreja ou estamos formando discípulos de Jesus?

Uma Igreja saudável evangeliza, acolhe, ensina, acompanha, discipula e prepara novos discípulos para também cumprirem a missão.

A missão continua quando aquele que foi alcançado passa a alcançar outros.

O batismo aparece integrado à missão de fazer discípulos.

Ele representa publicamente a identificação do novo convertido com Cristo e sua inserção na comunidade dos que creem.

O nome do Deus Triúno

Jesus apresenta: o Pai; o Filho; o Espírito Santo.

Há distinção entre as pessoas, mas uma unidade no único nome.

A missão da Igreja está, portanto, fundamentada na ação do Deus Triúno.

O Pai envia, o Filho realiza a redenção e o Espírito Santo capacita e aplica a obra de Deus aos que creem.

A Igreja não pode realizar sua missão esquecendo sua identidade espiritual.

Não somos simplesmente uma organização religiosa.

Somos um povo que pertence ao Deus Pai, foi redimido pelo Filho e é habitado e capacitado pelo Espírito Santo.

Nossa missão nasce daquilo que somos em Cristo.

Jesus não ordenou apenas que os discípulos transmitissem informações.

Ele ordenou que ensinassem as pessoas a guardar Seus mandamentos.

O conhecimento bíblico precisa produzir obediência.

Não basta conhecer

Uma pessoa pode conhecer muitos textos bíblicos e ainda assim não viver de acordo com a Palavra.

O objetivo do ensino cristão não é simplesmente encher a mente, mas transformar a vida.

A Palavra precisa chegar: à mente, ao coração e às atitudes.

“Todas as coisas”

Jesus não autorizou os discípulos a escolherem somente os ensinamentos que fossem agradáveis.

A missão envolve anunciar tudo aquilo que Cristo ordenou. A Igreja não pode substituir a Palavra por opiniões humanas.

Precisamos de uma Igreja que: evangelize; ensine a Bíblia; forme discípulos; preserve a sã doutrina; pratique a Palavra; e prepare novos trabalhadores para a obra.

A missão não termina no púlpito; continua na vida diária.

Mateus 28.20 “E eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos.”

Esta é uma das maiores promessas da Grande Comissão. Jesus não apenas envia; Ele acompanha aqueles que envia. A missão seria impossível se dependesse apenas da capacidade humana.

Mas o mesmo Cristo que diz: “Ide”

também diz: “Eu estou convosco.”

“Todos os dias”

Não apenas nos dias fáceis.

Não apenas quando há resultados visíveis.

Não apenas quando a Igreja está cheia.

Jesus está conosco: nos dias de crescimento; nos dias de oposição; nos dias de lágrimas; nos dias de portas abertas; nos dias de dificuldades; nos dias em que parece que ninguém está ouvindo.

Talvez alguém esteja cumprindo a missão e se sentindo sozinho.

A promessa continua: “Eu estou convosco.”

O missionário pode estar longe de sua família.

O pregador pode enfrentar oposição.

O evangelista pode falar para poucas pessoas.

O cristão pode testemunhar em um ambiente hostil.

Mas Cristo continua presente.

A presença de Jesus é a garantia de que a missão não será abandonada.

2. O ESPÍRITO SANTO NOS CAPACITA PARA A MISSÃO

Atos 1.8 — Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra.

Atos 1.8 — PODER PARA TESTEMUNHAR

“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas...”

Jesus não ordenou a missão sem conceder capacitação.

Antes de os discípulos saírem para testemunhar, deveriam receber o Espírito Santo.

“Recebereis poder”

A palavra aponta para capacidade, força, capacitação.

Não se trata simplesmente de entusiasmo emocional.

É o poder do Espírito Santo capacitando a Igreja para cumprir sua vocação.

A missão é espiritual e, por isso, precisa de capacitação espiritual.

“Ser-me-eis testemunhas”

O discípulo não é chamado simplesmente para falar sobre uma religião.

Ele é chamado para ser testemunha de Cristo.

Uma testemunha anuncia aquilo que conhece.

O cristão testemunha: aquilo que Cristo fez; aquilo que Cristo está fazendo; aquilo que a Palavra ensina; e a esperança que possui em Cristo.

Precisamos de uma Igreja cheia do Espírito Santo, não para buscar apenas experiências pessoais, mas para cumprir a missão.

O poder recebido deve produzir testemunho.

O Espírito Santo não nos capacita para ficarmos parados; capacita-nos para testemunhar.

Atos 1.8

“Tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra.”

Jesus apresenta uma espécie de movimento expansivo da missão.

Jerusalém - Judeia - Samaria - confins da terra.

A missão começa onde estamos, mas não termina onde estamos.

Jerusalém: nossa casa e nosso ambiente

É possível desejar evangelizar outras nações e esquecer as pessoas que vivem ao nosso lado.

A missão começa perto.

Nossa família, vizinhos, amigos, colegas de trabalho e pessoas com quem convivemos também precisam ouvir o Evangelho.

Judeia: nosso território mais amplo

A missão cresce.

Alcançamos pessoas de outros bairros, cidades e regiões.

Samaria: atravessando barreiras

Samaria representava um território marcado por profundas tensões históricas com os judeus.

Jesus mostra que a missão precisa ultrapassar barreiras. O Evangelho derruba muros.

Confins da terra: missão universal

O Evangelho não pode ficar limitado ao nosso círculo.

A Igreja precisa olhar para as nações.

Hoje, inclusive através da internet, uma mensagem pregada em uma pequena comunidade pode alcançar pessoas em diferentes cidades, estados e países.

A pergunta não é apenas: “Quem está perto de mim?”

Também precisamos perguntar: “Até onde Deus quer levar o testemunho que colocou em minhas mãos?”

3. CRISTO DERRUBOU AS PAREDES QUE SEPARAVAM OS HOMENS

Efésios 2.13 — Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Efésios 2.14 — Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede de separação que estava no meio, Efésios 2.15 — na sua carne, desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, Efésios 2.16 — e, pela cruz, reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. Efésios 2.17 — E, vindo, ele evangelizou a paz a vós que estáveis longe e aos que estavam perto; Efésios 2.18 — porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito.

Efésios 2.13-14 — RECONCILIADOS PELA CRUZ

“Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto.”

Paulo apresenta uma das grandes consequências da obra de Cristo: aqueles que estavam longe foram aproximados pelo sangue de Jesus.

A expressão “longe” aponta para a condição daqueles que estavam separados das promessas e da comunhão com Deus. Mas Cristo mudou essa realidade.

O sangue de Cristo aproxima

Não foi mérito humano que nos aproximou de Deus.

Foi o sangue de Cristo.

Não foi nossa religiosidade.

Não foram nossas obras.

Foi a graça manifestada na cruz.

Quem estava longe foi trazido para perto.

E quem recebeu essa reconciliação agora anuncia essa mesma reconciliação aos outros.

Efésios 2.14

“Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um...”

Havia uma separação histórica entre judeus e gentios. Cristo, porém, realizou uma obra de reconciliação.

Paulo apresenta Jesus como aquele que derruba a parede de separação.

O Evangelho derruba muros

O pecado constrói muros.

Cristo derruba esses muros.

O mundo separa por: nacionalidade; condição social; cultura; posição econômica; passado; aparência; origem.

Em Cristo, porém, existe uma nova realidade.

A Igreja não pode reconstruir os muros que Cristo derrubou. Se Cristo nos reconciliou, precisamos ser instrumentos de reconciliação.

A missão exige que atravessemos barreiras para levar o Evangelho. Não podemos escolher quem merece ouvir o Evangelho.

A graça de Deus alcança pessoas diferentes de nós.

Efésios 2.15

“Para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz.”

Cristo não simplesmente aproximou dois grupos mantendo a antiga divisão.

Ele criou uma nova realidade espiritual.

A Igreja é formada por pessoas reconciliadas com Deus e umas com as outras por meio de Cristo.

A Igreja precisa ser uma demonstração viva do poder reconciliador do Evangelho.

Quando pessoas diferentes conseguem servir juntas, amar umas às outras e adorar o mesmo Senhor, o mundo vê uma evidência daquilo que Cristo faz.

A unidade da Igreja também é uma forma de testemunho.

Efésios 2.16

“E, pela cruz, reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades.”

A missão da Igreja não é simplesmente melhorar a vida social das pessoas. A necessidade mais profunda do ser humano é sua reconciliação com Deus.

A cruz trata o problema fundamental: o pecado.

Por isso, a mensagem cristã não pode perder seu centro.

Não anunciamos apenas: “Tenha uma vida melhor.”

Anunciamos: “Cristo morreu e ressuscitou para reconciliar pecadores com Deus.”

Uma Igreja pode desenvolver muitas atividades sociais, culturais e assistenciais — e deve fazer o bem.

Mas jamais pode abandonar a proclamação do Evangelho.

Boas obras demonstram o amor; o Evangelho anuncia o caminho da reconciliação com Deus.

Efésios 2.17

“E, vindo, ele evangelizou a paz a vós que estáveis longe e aos que estavam perto.”

Aqui aparece claramente o caráter missionário da obra de Cristo. Ele anunciou paz aos que estavam longe e aos que estavam perto. Isso demonstra que ninguém está fora do alcance da mensagem.

Há pessoas que parecem muito distantes de Deus.

Outras cresceram dentro da igreja, conhecem a Bíblia e frequentam os cultos, mas precisam igualmente experimentar uma verdadeira reconciliação com Deus.

A missão alcança: os que estão longe e os que estão perto.

Efésios 2.18

“Porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito.”

Aqui encontramos uma bela dimensão trinitária da salvação: por meio do Filho - temos acesso ao Pai - em um mesmo Espírito.

O Evangelho nos conduz à comunhão com Deus.

Não somos simplesmente pessoas que receberam uma nova religião. Recebemos acesso ao Pai.

Se recebemos tão grande graça, não podemos guardar essa mensagem somente para nós.

A missão continua porque ainda existem pessoas que precisam saber que, por meio de Cristo, existe reconciliação com Deus.

A missão não pertence somente ao pastor, ao missionário ou ao evangelista.

A Grande Comissão foi entregue aos discípulos e alcança a Igreja em sua caminhada histórica.

Cada cristão pode participar da missão conforme os dons, oportunidades e responsabilidades que Deus lhe concede.

Alguns irão para outros países.

Outros evangelizarão em sua cidade.

Outros ensinarão.

Outros contribuirão.

Outros intercederão.

Outros usarão seus recursos.

Outros utilizarão a tecnologia para proclamar a Palavra.

Mas todos podem participar.

Uma mensagem enviada pela internet pode alcançar alguém que nunca entraria em um templo.

Um testemunho pode abrir uma porta.

Uma oração pode sustentar um missionário.

Uma contribuição pode manter um projeto evangelístico.

Uma palavra pode impedir alguém de desistir.

Na missão do Reino, aquilo que parece pequeno aos olhos humanos pode ter grande valor nas mãos de Deus.

A missão continua em nós - Chegamos ao coração da lição.

Jesus cumpriu Sua obra redentora, morreu, ressuscitou e ascendeu ao céu. Mas deixou discípulos na terra. O Evangelho chegou até nós porque homens e mulheres entenderam que a missão precisava continuar.

Paulo recebeu a mensagem e passou adiante.

Timóteo recebeu e ensinou outros.

Gerações vieram depois.

E hoje nós recebemos o mesmo depósito da fé.

Agora a pergunta é: O que faremos com aquilo que recebemos? Não podemos ser a geração que recebeu o Evangelho e deixou de transmiti-lo. Precisamos ser uma geração que diga: “A missão continua em nós!”

1. Não podemos guardar o Evangelho somente para nós. Quem foi alcançado pela graça precisa anunciar a graça.

2. Precisamos transformar convertidos em discípulos.

A missão não termina na decisão; continua no discipulado.

3. Precisamos depender do Espírito Santo

Não cumpriremos uma missão espiritual usando apenas recursos humanos.

4. Precisamos atravessar barreiras

O Evangelho é maior do que diferenças culturais, sociais ou geográficas.

5. Precisamos evangelizar perto e longe

Nossa Jerusalém está ao nosso redor, mas nossa responsabilidade não termina nela.

6. Precisamos manter Cristo no centro

A missão não é sobre nossa igreja, nosso nome ou nossa capacidade.

A missão é sobre Cristo.

7. Precisamos perseverar

Jesus prometeu: “Eu estou convosco todos os dias.”

Portanto, podemos continuar mesmo quando os resultados não aparecem imediatamente.

 

CONCLUSÃO — ATÉ QUE ELE VENHA

A missão começou no coração de Deus, foi realizada de maneira decisiva por Cristo, capacitada pelo Espírito Santo e confiada à Igreja.

Jesus disse: “Ide, ensinai todas as nações.”

O Espírito Santo disse, por meio da experiência da Igreja: “Ser-me-eis testemunhas.”

E Paulo nos lembra que aqueles que estavam longe foram aproximados pelo sangue de Cristo.

Agora a responsabilidade chegou até nós.

A missão continua em nós.

Não sabemos quantas pessoas ainda serão alcançadas através de nossa vida. Não sabemos quantas casas serão tocadas por uma palavra. Não sabemos quantas vidas serão transformadas por uma mensagem. Não sabemos até onde poderá chegar aquilo que fazemos hoje.

Mas sabemos uma coisa: Cristo tem toda autoridade. O Espírito Santo nos capacita. O Evangelho continua sendo o poder de Deus para salvação. E Jesus prometeu estar conosco até à consumação dos séculos.

Porque a missão que Cristo entregou à Sua Igreja ainda está em andamento — e a missão continua em nós!

 

Pastor Adilson Guilhermel

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