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Lição 10 - O Sistema de Sacrifícios
TEXTO ÁUREO
: “Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus.” (Rm 3.25)
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
Levítico 1.1-3; 2.1-3; 3.1,2; 7.1,2; 1 João 2.1,2 

Introdução: Na antiga aliança o sangue dos animais não tinha o poder de remover o pecado; desse modo o ritual consumado somente cobria o pecado até que Jesus viesse e pagasse o preço para que o pecador alcançasse a expiação que removia todo o pecado. Assim entendemos que o sistema sacrificial da antiga aliança era de caráter provisório através da misericórdia divina, sendo mantido até a consumação efetiva realizada por Cristo na Cruz. Na antiga aliança a redenção era incompleta até a Cruz e pela morte e ressurreição de Cristo, haveria a redenção completa que significa a compra do pecador e sua libertação. 

1. Os animais perfeitos para holocausto aponta para Cristo o sacrifício perfeito.
Levítico 1.1 - E chamou o SENHOR a Moisés e falou com ele da tenda da congregação, dizendo: Levítico 1.2 - Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta ao SENHOR, oferecereis as vossas ofertas de gado, de vacas e de ovelhas. Levítico 1.3 - Se a sua oferta for holocausto de gado, oferecerá macho sem mancha; à porta da tenda da congregação a oferecerá, de sua própria vontade, perante o SENHOR.

Como todo ritual de sacrifício simbolizava ou tipificava Cristo, o qual seria o sacrifício perfeito, assim também todos os animais exigidos para serem sacrificados deveriam ser perfeitos. Isso era totalmente condicional para que o pecador que almejasse o perdão das suas transgressões pudesse alcançar a misericórdia do Senhor. O sacerdote examinava o sacrifício para certificar-se de que não tinha qualquer defeito. Significa que devemos dar o melhor e não qualquer coisa para o Senhor, pois Ele deu o melhor para que pudéssemos alcançar o perdão dos nossos pecados e, esse melhor foi Jesus Cristo, o Seu Filho Unigênito.

2.  As ofertas de manjares que seriam queimada mira para Cristo o Pão da Vida.

Levítico 2.1 - E, quando alguma pessoa oferecer oferta de manjares ao SENHOR, a sua oferta será de flor de farinha; nela, deitará azeite e porá o incenso sobre ela Levítico 2.2 - E a trará aos filhos de Arão, os sacerdotes, um dos quais tomará dela um punhado da flor de farinha e do seu azeite com todo o seu incenso; e o sacerdote queimará este memorial sobre o altar; oferta queimada é, de cheiro suave ao SENHOR. Levítico 2.3 - E o que sobejar da oferta de manjares será de Arão e de seus filhos; coisa santíssima é, de ofertas queimadas ao SENHOR.

A oferta de manjares era preparada com ingredientes a base de trigo e, bolos eram assados e deles tiravam uma parte para oferta no altar ao Senhor, no qual era consumida pelo fogo. O resto da oferta ficava com os sacerdotes como alimento que deveriam ser comidos no lugar santo do tabernáculo. A oferta de manjares era oferecida por gratidão das provisões alcançadas em suas colheitas. Essa oferta envolve uma representação do Senhor Jesus Cristo como o pão vivo que desceu do céu, ou seja, o Pão da Vida. Assim como toda essa oferta representa Cristo, ela tinha que ser feita com os melhores ingredientes. 

3. A oferta pacífica tipifica Cristo em seu sacrifício que trouxe paz e comunhão.

Levítico 3.1 - E, se a sua oferta for sacrifício pacífico, se a oferecer de gado macho ou fêmea, a oferecerá sem mancha diante do SENHOR. Levítico 3.2 - E porá a sua mão sobre a cabeça da sua oferta e a degolará diante da porta da tenda da congregação; e os filhos de Arão, os sacerdotes, espargirão o sangue sobre o altar, em roda.

No sacrifício pacífico também era exigidos animais perfeitos e nessas oferendas, era permitido a participação dos ofertantes na refeição, o que não era permitido nas ofertas queimadas. Nessa oferta não havia confissão dos pecados como era feito com as ofertas queimadas. Se o ofertante não tivesse com obrigação de voto, o animal podia ser aceito com pequeno defeito, pois seria usado essencialmente para refeição, tanto dos sacerdotes, como do próprio ofertante. Essa condição do sacerdote e o ofertante participarem da mesma oferta para alimentação significava a comunhão no mesmo sacrifício, que aponta para a ceia do Senhor, onde todos participam do mesmo sacrifício feito por Cristo na Cruz.

4.  A lei da expiação exigia uma oferta de animais pela transgressão do ofertante.

Levítico 7.1 - E esta é a lei da expiação da culpa; coisa santíssima é. Levítico 7.2 - No lugar onde degolam o holocausto, degolarão a oferta pela expiação da culpa, e o seu sangue se espargirá sobre o altar em redor.

O pecado pela culpa era exigido uma reparação, sendo cometido por ignorância, ou infringindo algum mandamento. No caso de ignorância não tendo certeza do cometimento do pecado e para não haver peso na consciência o indivíduo traria o que foi exigido por Deus para alcançar a paz se livrando do que o incomodava. No caso de desobediência aos mandamentos, não podia ser considerado por ignorância; pecados esses relacionados a mentira, jurar falsamente, enganar o próximo e atos de violência. Nesse caso havia a necessidade de oferecer uma oferta pela culpa para fosse declarado limpo pelo sacerdote. Trazendo para nós significa o pecado culposo e o pecado doloso. No caso do culposo (sem intenção) o concerto é entre nós e Deus e no caso do doloso (com intenção) exige um rigor a mais, pois esse pecado é contra Deus e o corpo de Cristo, sendo necessária uma confissão publica com profundo arrependimento.

5.  Cristo como expiador e advogado é suficiente para cuidar das nossas faltas.

1 João 2.1 - Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo. 1 João 2.2 - E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.

Uma conduta essencial para que evitemos cair em pecado, seja ele involuntário, ou voluntário é que andemos na luz, que significa uma vida santificada através da franqueza, honestidade e sinceridade. Quem vive na luz certamente não vive para agradar a si mesmo, mas somente a Deus, pois se quisermos fazer as duas coisas estaremos servindo a dois senhores e quem se sujeita a isso está totalmente fora do caminho da salvação. Para que levemos uma vida em santificação devemos fugir de toda aparência do mal e jamais tentar encobrir o pecado, pois só quem confessa e deixa alcançará misericórdia. O verdadeiro cristão nunca pode vacilar em se arrepender diante até mesmo da menor falta, pois a sua consciência dominada pelo Espírito Santo o leva a agir assim. Quem tem uma conduta totalmente adversa a isso é porque tem uma mente cauterizada, já não discernindo o que é certo e o que é errado.

Elaborado pelo Pastor Adilson Guilhermel

 
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